Pensando nessa frase, me parece haver uma fronteira que limita nossos direitos. Então procurei buscar um entendimento mais sábio sobre até onde vão nossos direitos, sem me esquecer da máxima vera que dita que junto com os direitos vêm os deveres.
Para tal cruzada tomei por base o nosso mais intimo e particular direito: O direito a ter a nossa própria opinião. Que por sinal de nada valeria se não pudéssemos expressá-la, o que é também um direito constitucional de qualquer civilização, digamos... CIVILIZADA.
Entretanto peço que você leitor raciocine comigo.
E se nossa opinião, por mais que nos pareça justa e irrefutável, vá originar em outro algo maior do que possamos controlar? Até que ponto temos o direito a ter essa opinião e principalmente a expô-la?
Longe de mim ser adepto da censura, muito pelo contrario, sou favorável a sincera, mas acredito que toda verdade, por mais que seja minha,sua, ou deles tem lugar e hora certa para se falar.
Acho que a maior verdade de tão real e dolorida foi sagazmente substituída pelo titulo deste tópico no qual tento chegar a você. Tal dito deveria ser compreendido como; “o nosso dever começa onde encontramos as necessidades dos outros”.
Pois assim conseguimos mostrar algo que não cabe ser repreendido pela ética, etiqueta ou mesmo algum senso comum.
Ter a sua opinião vai muito aquém do direito de querer torná-la verdade, do direito de dizê-la em público, da razão moral e de consciência de sabermos o que abrir a nossa opinião aos outros vai, quem sabe, poder acarretar.
Você pode destruir uma família com a sua opinião sobre o interesse de uma pessoa em outra. Você pode causar a demissão de alguém com sua opinião sobre o seu desempenho no serviço. Você pode levar alguém a depressão com sua opinião sobre seu relacionamento ou sua arte.
Por isso acho que acima de qualquer direito a ter a sua opinião, vem o dever moral de você ser uma pessoa digna, e se por acaso quiser expor sua opinião a alguém tenha a certeza de que ela não é baseada em “achismos”, ou deturpada por sentimentos que sempre nos tiram um pouco de nossa razão e consciência.
Você tem sim seu direito, e deve exercê-lo até a última gota de suor, mas, você tem sempre que estar preparado para assumir as suas conseqüências. Pois depois que sua opinião for exposta, e a regra física da ação e reação já tiver sido iniciada, não adianta você se defender com a simples frase:
“Eu tenho direito a ter a minha opinião!”
terça-feira, 21 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Primeiro de tudo preciso que saibas o quanto amo você.
Já me desculpo por essas palavras se não soarem como minhas, mas é que escrevo sem ter em minha mão minha tão e fiel companheira caneta. Mas se o tempo passa, se tudo muda, e tudo se transforma.
E eu quero mudar também, mudar para melhor, mudar meu peito para mais junto de seu seio.
Quero continuar essa metamorfose de transformações ao seu lado, esquecer o gosto insípido da dor e dúvida, e deixar para trás essa translúcida parede que tentou impor uma distância entre nós.
Mas quero que de você, para isto, toda ajuda. Necessito de tua compreensão e entendimento, preciso ainda que seus passos me indiquem que posso cada vez mais de vida e sonho me jogar em teus sonhos, tornado-os nossos sonhos.
Sofreremos juntos toda a dor que a distância nos impõe, e também iremos padecer do mal que nasce da saudade de nossos corpos. Mas sei que, no final, o encontro de nossos caminhos nos trará toda alegria e serenidade que nossos corações almejam, fazendo assim de nós abençoados por nosso maior desejo.
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