É tempo de amar,
No tempo do perdão.
Vamos! Juntemos nossos corpos,
Esqueçamos do cruel e soberano.
Dono de nossa centelha!
O que corre levando nossas vidas,
E cada momento que desfrutamos juntos.
Vamos encenar que nessa cama,
Somos imunes aos seus domínios,
E entreguemos nossas almas
Aos delírios desse sonho.
Vamos! ainda há tempo.
É tempo para acreditar
No tempo da razão.
Razão que se dá pela soma desse amor,
Amor dividido pelo coeficiente da saudade,
Saudade essa controlada pelo tempo,
Tempo que rege a hora da explosão,
Explosão de suor e desejo que emana,
Quando há o encontro de nossos olhos.
Seta e Thay

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