segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Thay, Minha Bela Thay...
Uma só verdade
Em todo o tempo desde que me tornei chuva
Caindo no chão em supervisão do céu
Escorrendo por cantos levando músicas
Molhando corpos e regando almas
Jamais pude arquitetar tamanho amor
Ofereço-me a seus braços com confiança
Mesmo entendendo que eles desamparados
Não tem envergadura a me debelar
Mas juro a ti minha consorte
Que minha é a ampla sorte perene
De tê-la constante ao meu encontro
Esperando, majestosa, a me amparar
Entrego a ti todo meu destino
Com a fé de que agora meu hino
Não mais dimanará ao léu
Pois sei bem aonde vou
Seguindo essa minha essência
De que tu és minha cisterna
Fortaleza sólida a me esperar
Amo você, e não é pouco, e a cada vez que me surpreendes, com tua grandeza e com tuas carícias, tenho a maior certeza de que a ti pertenço, por mais que saiba que não te mereças, por mais que negue pela tolice de minha alma, quero somente estar contigo. Cada vez mais, sempre melhor.
Mais uma vez te peço perdão, e hoje entendo gentil e despreocupadamente que aflição te levou a cada passo seu.
Estou te esperando esse fim de semana para podermos conversar...
Por mais que saiba que ao toque de nossos olhos, mais uma vez, entre outras tantas que partiram e surgirão, nada nos fará mais sentido que a lucidez de nosso amor.
Com afeto e dedicação
Seu menino, seu pequeno.
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