Nem toda amargura do planeta fazem esquecer-me de você, nem que me faleça o vento, que a atmosfera suma e que nunca mais eu percorra uma estrela, deixarei de te amar como te amo, digo ainda que te amarei mais, que te amarei ainda melhor. Padeço por que amo, pois se não amasse tanto não teria o porquê me oferecer a tamanha consternação. Sua presença é meu singular colírio, que ilumina meu mundo, meu derradeiro abrigo, minha bastilha, meu baluarte. A sabedoria de que sou teu e que és minha é o que me faz e sempre me fará seguir.
adaptado de:
Marcia Solene

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