segunda-feira, 14 de julho de 2008

Fim de Semana no Parque

Quanta coisa pode sofrer mudanças em um dia...
Imagine em dois então.
Passei um fim de semana literalmente:
“entre a cruz e a espada”,
A cruz, que carregava, de não lhe ligar para não criar inconvenientes
A espada que sentia cravada em mim por saber onde você está.
Não que eu tenha algo contra o onde,
Mas me feria o com quem.
Minha alegria pela chuva que caia se transformou em temor.
Temor de, por esta, haver uma aproximação.
Foi a primeira vez que temi a chuva.
Grande coisa também.
Desde que te conheci foram tantas mudanças, tantas “primeiras vezes”.
Algumas que adoro, outras as quais sucumbo em pânico.
Mas a maior verdade é que desde que te conheci...
Conheci não é o momento exato. Digamos:
Desde que me apaixonei por ti.
Minha vida tomou um rumo tão incerto, quebrando tantas barreiras, trazendo uma certeza que soa como tão impossível, que não enxergo mais nada em minha frente a não ser a vontade de estar sentado ao seu lado para decidirmos qual será o rumo de nossas vidas.
Vejo como não é fácil poder estar ao seu lado, mas se a vida fosse fácil acho que não traria tanta beleza.
Hoje de manhã eu pensava: Se quando eu estou indo a Recife ela está planejando ir a São Paulo, talvez daqui um tempo quando eu retorne a São Paulo ela esteja de viagem marcada a Patagônia.
Minha conclusão foi de que eu adoraria ir a Patagônia atrás de você, afinal tantos pingüins, algum deve precisar de um veterinário.
Mas mesmo com todas as dificuldades do mundo, eu só penso em novamente te encontrar. Em olhar novamente para você e tentar descobrir qual a receita para algo tão forte e intenso como isso que sinto.
Nunca conheci alguém como você, e nunca permiti que alguém mexesse tanto comigo, mas diante de você, sou realmente pequeno, impotente, me restando apenas curvar-me diante de ti e implorar de joelhos um pouco do teu amor.

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