Olho para dentro
Posto tudo que vejo
Penso
Lembro
Não cobro de mim nenhum tempo
Nem quero ver como será amanha
Nunca direi talvez
A mim basta sentir
Como em outrora
Feliz estou
Quando um dia
Quase triste
Quase feliz
Você quiser...
Sente
Lembre
O que você quer de fato
Não se esqueça
Nem se perca
Não procure em lugares
O que já cansado
Encontrará em você mesmo.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Nosso direito termina onde começa o do outro
Pensando nessa frase, me parece haver uma fronteira que limita nossos direitos. Então procurei buscar um entendimento mais sábio sobre até onde vão nossos direitos, sem me esquecer da máxima vera que dita que junto com os direitos vêm os deveres.
Para tal cruzada tomei por base o nosso mais intimo e particular direito: O direito a ter a nossa própria opinião. Que por sinal de nada valeria se não pudéssemos expressá-la, o que é também um direito constitucional de qualquer civilização, digamos... CIVILIZADA.
Entretanto peço que você leitor raciocine comigo.
E se nossa opinião, por mais que nos pareça justa e irrefutável, vá originar em outro algo maior do que possamos controlar? Até que ponto temos o direito a ter essa opinião e principalmente a expô-la?
Longe de mim ser adepto da censura, muito pelo contrario, sou favorável a sincera, mas acredito que toda verdade, por mais que seja minha,sua, ou deles tem lugar e hora certa para se falar.
Acho que a maior verdade de tão real e dolorida foi sagazmente substituída pelo titulo deste tópico no qual tento chegar a você. Tal dito deveria ser compreendido como; “o nosso dever começa onde encontramos as necessidades dos outros”.
Pois assim conseguimos mostrar algo que não cabe ser repreendido pela ética, etiqueta ou mesmo algum senso comum.
Ter a sua opinião vai muito aquém do direito de querer torná-la verdade, do direito de dizê-la em público, da razão moral e de consciência de sabermos o que abrir a nossa opinião aos outros vai, quem sabe, poder acarretar.
Você pode destruir uma família com a sua opinião sobre o interesse de uma pessoa em outra. Você pode causar a demissão de alguém com sua opinião sobre o seu desempenho no serviço. Você pode levar alguém a depressão com sua opinião sobre seu relacionamento ou sua arte.
Por isso acho que acima de qualquer direito a ter a sua opinião, vem o dever moral de você ser uma pessoa digna, e se por acaso quiser expor sua opinião a alguém tenha a certeza de que ela não é baseada em “achismos”, ou deturpada por sentimentos que sempre nos tiram um pouco de nossa razão e consciência.
Você tem sim seu direito, e deve exercê-lo até a última gota de suor, mas, você tem sempre que estar preparado para assumir as suas conseqüências. Pois depois que sua opinião for exposta, e a regra física da ação e reação já tiver sido iniciada, não adianta você se defender com a simples frase:
“Eu tenho direito a ter a minha opinião!”
Para tal cruzada tomei por base o nosso mais intimo e particular direito: O direito a ter a nossa própria opinião. Que por sinal de nada valeria se não pudéssemos expressá-la, o que é também um direito constitucional de qualquer civilização, digamos... CIVILIZADA.
Entretanto peço que você leitor raciocine comigo.
E se nossa opinião, por mais que nos pareça justa e irrefutável, vá originar em outro algo maior do que possamos controlar? Até que ponto temos o direito a ter essa opinião e principalmente a expô-la?
Longe de mim ser adepto da censura, muito pelo contrario, sou favorável a sincera, mas acredito que toda verdade, por mais que seja minha,sua, ou deles tem lugar e hora certa para se falar.
Acho que a maior verdade de tão real e dolorida foi sagazmente substituída pelo titulo deste tópico no qual tento chegar a você. Tal dito deveria ser compreendido como; “o nosso dever começa onde encontramos as necessidades dos outros”.
Pois assim conseguimos mostrar algo que não cabe ser repreendido pela ética, etiqueta ou mesmo algum senso comum.
Ter a sua opinião vai muito aquém do direito de querer torná-la verdade, do direito de dizê-la em público, da razão moral e de consciência de sabermos o que abrir a nossa opinião aos outros vai, quem sabe, poder acarretar.
Você pode destruir uma família com a sua opinião sobre o interesse de uma pessoa em outra. Você pode causar a demissão de alguém com sua opinião sobre o seu desempenho no serviço. Você pode levar alguém a depressão com sua opinião sobre seu relacionamento ou sua arte.
Por isso acho que acima de qualquer direito a ter a sua opinião, vem o dever moral de você ser uma pessoa digna, e se por acaso quiser expor sua opinião a alguém tenha a certeza de que ela não é baseada em “achismos”, ou deturpada por sentimentos que sempre nos tiram um pouco de nossa razão e consciência.
Você tem sim seu direito, e deve exercê-lo até a última gota de suor, mas, você tem sempre que estar preparado para assumir as suas conseqüências. Pois depois que sua opinião for exposta, e a regra física da ação e reação já tiver sido iniciada, não adianta você se defender com a simples frase:
“Eu tenho direito a ter a minha opinião!”
sábado, 4 de abril de 2009
Primeiro de tudo preciso que saibas o quanto amo você.
Já me desculpo por essas palavras se não soarem como minhas, mas é que escrevo sem ter em minha mão minha tão e fiel companheira caneta. Mas se o tempo passa, se tudo muda, e tudo se transforma.
E eu quero mudar também, mudar para melhor, mudar meu peito para mais junto de seu seio.
Quero continuar essa metamorfose de transformações ao seu lado, esquecer o gosto insípido da dor e dúvida, e deixar para trás essa translúcida parede que tentou impor uma distância entre nós.
Mas quero que de você, para isto, toda ajuda. Necessito de tua compreensão e entendimento, preciso ainda que seus passos me indiquem que posso cada vez mais de vida e sonho me jogar em teus sonhos, tornado-os nossos sonhos.
Sofreremos juntos toda a dor que a distância nos impõe, e também iremos padecer do mal que nasce da saudade de nossos corpos. Mas sei que, no final, o encontro de nossos caminhos nos trará toda alegria e serenidade que nossos corações almejam, fazendo assim de nós abençoados por nosso maior desejo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Minhas dores.
Minha dores
Lenhas sem fogo
sem chama
Corresponde aos
Meus pensamentos
vagões vazios
sem rumo, sem volta.
Teu passado e teus versos
de um poeta nato
colhido e lapidado para belezas nuas
para todas as mulheres que foram e não foram tuas.
estes foram dedicados.
Enlaço minhas dores aos teus versos, mãos e pensamentos.
Oh... meus lamentos!
sem força
sem ato
sem passos
nem vida.
Lamentos sepultados pelos encantos
aqueles colhidos em prantos
beijos e declarações
versos e cançõs
jamais por mim esquecidos.
Pois em mim foram vividos
plantados e colhidos
em apenas uma verdade.
Se outras almas os teus versos alcançaram
se outros olhos os avistaram
se desejo nestas você dispertou.
Por ti peço perdão
as outras tantas ou poucas almas atingidas
pelo encanto dos teus verços
pelas tuas mais belas palavras, eu confesso.
pelos planos e sonhos imbutidos.
Eu desejo você dislexo
sem rima, nem verso
sem prosa ou poesia.
O teu eu poeta é a minha ilusão
a imaginação que me intorpece
que me arranca lagrimas e me envaidece
em uma bela valsa de sonhos.
Aos meus olhos a verdade
aos meus braços a lealdade
e ao meu corpo o desejo
Mas real que qualquer verso, lembrança ou palavra já proferida.
Para tua vida passada e ja esquecida o meu Adeus!
Para nossa vida agora construída
lançada e vivida
Acima da vida e da sorte, da dor e da morte
e de nossas almas distrídas
A última palavra será dita
Amarei você nesta vida
e em todas as outras que por ventura terei.
Um Beijo em você amado.
Lenhas sem fogo
sem chama
Corresponde aos
Meus pensamentos
vagões vazios
sem rumo, sem volta.
Teu passado e teus versos
de um poeta nato
colhido e lapidado para belezas nuas
para todas as mulheres que foram e não foram tuas.
estes foram dedicados.
Enlaço minhas dores aos teus versos, mãos e pensamentos.
Oh... meus lamentos!
sem força
sem ato
sem passos
nem vida.
Lamentos sepultados pelos encantos
aqueles colhidos em prantos
beijos e declarações
versos e cançõs
jamais por mim esquecidos.
Pois em mim foram vividos
plantados e colhidos
em apenas uma verdade.
Se outras almas os teus versos alcançaram
se outros olhos os avistaram
se desejo nestas você dispertou.
Por ti peço perdão
as outras tantas ou poucas almas atingidas
pelo encanto dos teus verços
pelas tuas mais belas palavras, eu confesso.
pelos planos e sonhos imbutidos.
Eu desejo você dislexo
sem rima, nem verso
sem prosa ou poesia.
O teu eu poeta é a minha ilusão
a imaginação que me intorpece
que me arranca lagrimas e me envaidece
em uma bela valsa de sonhos.
Aos meus olhos a verdade
aos meus braços a lealdade
e ao meu corpo o desejo
Mas real que qualquer verso, lembrança ou palavra já proferida.
Para tua vida passada e ja esquecida o meu Adeus!
Para nossa vida agora construída
lançada e vivida
Acima da vida e da sorte, da dor e da morte
e de nossas almas distrídas
A última palavra será dita
Amarei você nesta vida
e em todas as outras que por ventura terei.
Um Beijo em você amado.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Você
Você que vive em minha testa.
Doida, hílare.
Prolixa...
Que tem o encanto da existência nos olhos.
Graúdos, rotundos.
Jabuticabas...
Que tomou para si meu cerne.
Anfibológico, ultrajado.
Execrado...
Para quem eu faço esta epopéia.
Pueril, arrastada.
Franqueada...
Que me deixou globalmente taciturno.
Indigente, largado.
Sem palavras...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Em meus sonhos
Sabia do teu gosto
Sem jamais habitar tua pele.
Senti a felicidade em meus olhos
Embebidos em lagrimas
Sem jamais tê-lo visto.
Mesmo sendo órfã do teu ser.
Você habitou meus sonhos
Conheci meu destino
(sem rosto, sem voz, sem nome).
Em longos anos de espera
Projetei em fantasia
O que hoje é real
Deveras toda oblação já proferida por mim
Envergonha-se perto do homem posto em minha vida.
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